Com a
implantação deste Projeto as Empresas terão
uma nova perspectiva de Gestão Empresarial, objetivando
desenvolver uma grande vantagem competitiva em relação
aos seus concorrentes, o que significa acima de tudo, ser
melhor, mais eficaz e ganhar vantagens em situações
que os concorrentes negligenciaram ou foram incapazes de desenvolver,
atingindo desta forma, o crescimento e o domínio dos
seus negócios, sem perda da qualidade dos produtos
ou serviços, nem a insatisfação de seus
clientes internos e externos, conquistando o aumento da rentabilidade
e a consolidação da Empresa no mercado e principalmente
a superação nos momentos de crises econômicas.
Para
que as Empresas atinjam um aumento em sua competitividade no
mercado e lucratividade nos negócios, terão grandes
desafios a serem identificados, enfrentados e vencidos. Segundo
Robles (2003), "a nova forma de competição
global exige que as Empresas estejam comprometidas com o contínuo
e completo aperfeiçoamento de seus produtos, processos
e colaboradores".
Para
Campos (1999, apud ROBLES, 2003) a sobrevivência das Empresas
nesta era globalizada depende principalmente de métodos
que possam ser utilizados por todos em direção
aos objetivos e sobrevivência da Empresa.
Segundo
Corrêa e Gianesi (1993), as Empresas nacionais perdem
o poder de competitividade em função da falta
de implantação de modernas práticas gerenciais
e tecnologias aplicadas aos seus sistemas produtivos, originadas
em cinco pontos básicos:
- Deficiência
nas medidas de desempenho;
- Negligência
com considerações tecnológicas;
- Especialização
excessiva das funções de produção
sem a devida integração;
- Perda
de foco dos negócios;
- Resistência
e demora em assumir novas posturas produtivas.
De
acordo com a CNI, 88% das Empresas pesquisadas se dizem afetadas
pela crise econômica. Neste contexto, podemos afirmar
que os empresários devem ter cautela e muita preocupação
sobre esta situação.
Apesar
do lucro ser o maior objetivo das Empresas (GITMAN, 2001 e CASSARRO,
1999), na prática nem todas conseguem atingi-lo, pois
de acordo com a pesquisa do Sebrae intitulada "Fatores
Condicionantes e Taxa de Mortalidade das MPE - 2005", 75%
das Empresas não obtiveram lucro suficiente para a sua
manutenção e crescimento, ou tiveram dificuldades
de gerenciamento, ou foram levadas ao seu fechamento, por causa
das "falhas gerenciais".
Estas
"falhas gerenciais" podem ser traduzidas pela "falta
de gestão da Empresa" ou seja, da falta da definição,
estruturação, implantação e avaliação
de um Modelo de Gestão Empresarial eficaz e compatível
com as necessidades das Empresas e do mercado, além do
desconhecimento por parte da alta e média direção
dos problemas e das ineficiências (não conformidades)
existentes nos setores produtivos (Finanças e Contábil,
Marketing e Vendas, Suprimento e Logística, Produção,
Qualidade, TI e RH), além da falta da aplicação
de técnicas modernas de Gestão Empresarial e da
estruturação de um plano ação de
melhorias, a partir da implantação correta de
um Planejamento Estratégico.
Segundo
Beuren (2000), o modelo de gestão representa como administrar
uma Empresa, a fim de garantir o resultado planejado. Neste
contexto, podemos definir "como administrar" por um
conjunto sistêmico de valores, objetivos, estratégias,
cenários, metas, recursos, conceitos, tecnologias, ferramentas,
metodologias, indicadores de desempenho, cronogramas, entre
outras práticas levadas a efeito pela Empresa para o
desenvolvimento de suas atividades, objetivando resultados positivos
e crescentes através de um corpo funcional altamente
comprometido e competente, que trabalha e toma decisões
a partir de informações rápidas, corretas
e estratégicas.
Os
resultados positivos acima citados serão alcançados
quando a Empresa, organizar e gerenciar seus recursos humanos,
materiais e financeiros de forma sistêmica, integrada
e corporativa, além de produzir informações
gerenciais e executivas necessárias para atingir o desempenho
empresarial planejado, concentrando todos os esforços
para atingir seus objetivos definidos, ou seja, ser a maior
lucratividade possível, sem perda da qualidade do produto
ou serviço, nem a insatisfação de seus
Clientes.
Se
a Empresa não define, não estrutura ou não
implanta o Planejamento Estratégico e o seu Modelo de
Gestão Empresarial, é como um avião voando
no escuro, sem instrumentos de direção. Ele pode
até chegar ao seu objetivo, mas sua probabilidade de
sair da rota, sofrer um acidente no caminho ou se perder é
muito grande.
O
Projeto: "REPENSANDO SUA EMPRESA PARA OS PRÓXIMOS
5 ANOS. Como
melhorar o desempenho, a competitividade e arentabilidade de
sua Empresa?",
foi desenvolvido contemplando os seguintes principais embasamentos
e metodologias de gestão:
A interação
entre os principais embasamentos: